Galicia

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Thursday, 9 June 2016

Galicia 05'16
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PT
As mini-férias pela Galiza foram já no final de Maio, ficam aqui finalmente algumas fotos de paisagens maravilhosas, de mar, ilhas, castelos e céus de cor intensa.

Visitar a Galiza já não é uma novidade, mas há sempre algo novo para ver ou algo que sabe bem recordar.
Adoro as vilas junto ao mar, as praias (desertas e ainda mais bonitas nesta altura do ano), as cores dos barcos de pescadores que pontuam a costa, as povoações perdidas no interior montanhoso e, claro, a comida!
Desta vez ficamos em Baiona e passeamos por Nigran, onde se come óptimo marisco, em O Grove, onde visitamos viveiros de mexilhões tão típicos das Rias Baixas e descobrimos também as belas termas em Mondariz e o Castelo de Soutomaior.
No regresso paramos ainda em Caminha e em Viana do Castelo, onde para além de visitarmos a arquitectura de nomes conhecidos que povoa a marginal, provamos de novo os sabores da boa comida portuguesa de que também já tínhamos saudade.

A repetir, sempre.

EN
The mini-vacation in Galicia were in the end of May, here are finally some photos of beautiful landscapes, sea, islands, castles and heavens of intense colors.

To visit Galicia is no longer a novelty, but there is always something new to see or something that's worth remembering.
I love the villages by the sea, the beaches (deserted and even more beautiful this time of year), the colors of the fishing boats that dot the coast, the small towns lost in the mountainous interior and, of course, the amazing food!
This time we stayed in Baiona and strolled by Nigran, where you can eat great seafood, in O Grove, where we visited nurseries of mussels typical of Rias Baixas and also discovered the beautiful spa in Mondariz and Soutomaior Castle.
In return we stopped in Caminha and Viana do Castelo, where in addition to visit the architecture of known names that populates the marginal, we tasted again the flavors of Portuguese food that we were already missing.

To repeat, always.

Rio de Onor // Puebla de Sanabria // Mirandela

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Thursday, 26 March 2015




PT
E para terminar a nossa viagem por terras transmontanas, trago-vos fotos das outras paragens que fizemos, depois de Bragança.

No dia de regresso, antes de voltar ao Porto, fizemos um desvio ainda mais para Norte, atravessando o Parque Natural de Montesinho até Rio de Onor, uma aldeia comunitária junto à fronteira com Espanha onde, entre belas paisagens e casas típicas, pouco se nota a diferença entre os dois países e o tempo parece parar.
Depois de aqui chegar, vale bem a pena subir um pouco mais até outra bela surpresa: Puebla de Sanabria, para um simpático passeio pelo bem conservado conjunto histórico ou para descansar numa das muitas movimentadas sidrerías entre muralhas.
Antes de chegar a casa, tempo ainda para uma paragem pelo caminho, em Mirandela, para algumas compras gastronómicas e um merecido descanso à beira-rio.

Descobrir lugares como estes, alguns deles por pura coincidência ou sorte, é uma das boas surpresas de fazer viagens de carro, com tempo e sem o percurso muito pré-planeado. Fica apenas a pena de não poder fazê-lo mais vezes!

EN
And to end our trip around Trás-os-Montes, I bring you photos of the other stops we made after Bragança.

On the return, before coming back to Porto, we made a detour further north, crossing Montesinho Natural Park to Rio de Onor, a community village near the border with Spain where, among beautiful scenery and typical houses, there's little difference between the two countries and the time seems to stop.
After arriving here, it's well worth going up a little more to another beautiful surprise: Puebla de Sanabria, for a nice stroll through the well-preserved historic site or to rest in one of the many lively sidrerías between walls.
Before reaching home, we still had time for a stop along the way, in Mirandela, for some gastronomic shopping and a well-deserved rest by the rivefront.

To discover places like these, some of them by sheer coincidence or pure luck, is one of the good surprises of a car trip, made with time and without much pre-planned route. It's just a pity that I can't do it more often!

Museu Blau | Herzog & De Meuron

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Tuesday, 4 November 2014

Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14

PT
Ainda sobre Barcelona: algumas fotos do Museu Blau, um dos novos espaços que visitei, também conhecido como edifício Fórum ou Museu de Ciências Naturais de Barcelona, situado junto ao mar, no final da Avenida Diagonal.

De planta triangular, o edifício projectado por Herzog & De Meuron, terminado em 2012, destaca-se pelo revestimento da fachada do enorme volume que parece suspenso. Zonas envidraçadas de formas geométricas, mas irregulares, parecem rasgos, pela forma pictórica como reflectem o céu, enquanto rasgos a sério interrompem a volumetria para criar reentrâncias escultóricas e uma espécie de clarabóias ao ar livre que apontam ao céu, com efeitos surpreendentes.

Pensei visitar apenas por fora, mas a sorte ditou que este dia fosse de acesso livre, por isso entreti-me também com a exposição no interior, onde é possível perder-se horas entre animais, plantas e rochas... imperdível para quem gostar destas coisas ou levar crianças na viagem!

[Todas as fotos da viagem aqui.]

EN
Still about Barcelona: some photos of Museu Blau, one of the new places I visited, also known as Forum Building or Natural Science Museum of Barcelona, ​​situated by the sea at the end of Avenida Diagonal. 

With a triangular plan, the building designed by Herzog & De Meuron, completed in 2012, is highlighted by the coating of the facade of the huge volume that seems suspended. Glazed areas of geometric but irregular shapes seem like rips, because of the pictorial way they reflect the sky, while real rips disrupt the volumetry to create sculptural hollows in some kind of outdoor skylights pointing to the sky. 

I thought I'd visited it only outside, but luck dictated that this day was free access, so I also enjoyed the exhbition inside where you can lose hours between animals, plants and rocks... a must for those who like these kind of things or take children on the trip!

[All photos of the trip here.]

Antoni Gaudí

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Wednesday, 29 October 2014

Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
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Barcelona 10'14 Barcelona 10'14
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Barcelona 10'14 Barcelona 10'14
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Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
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1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Casa Batlló 8. 9. 10 .11. 12. 13. 14. Parc Guell 15. Sagrada Família

PT
Se visitarem Barcelona deixem-se encantar pela magia de Antoni Gaudí, que espreita a cada esquina... seja nos candeeiros da Plaça Reial, nas linhas sinuosas dos bancos do Parc Guell, em edifícios de habitação que mais parecem organismos vivos ou num dos ícones mais famosos da cidade: a Sagrada Família.

Preparem-se para esperar em filas de gente e esvaziar a carteira, mas escolham alguns espaços onde queiram realmente entrar, porque vale a pena (não se esqueçam de reservar antecipadamente pela net a entrada na Sagrada Família, porque as filas assustam o fã mais dedicado).

Como visitei em tempos a Casa Milà e a Sagrada Família (na altura sem tanta fila e ainda com a possibilidade de subir a pé os degraus das torres chupa-chupa), decidi-me agora pela Casa Batlló e pelo regresso ao incontornável Parc Guell (onde pasmei com o preço de entrada e o acesso restrito a slots de meia-hora).
Embora fique contente por eu própria ter oportunidade de viajar com mais facilidade do que há décadas atrás seria possível, não deixo de sentir também uma certa tristeza perante a forma como o turismo de massas acaba por destruir a genuinidade dos lugares, enquanto transforma espaços que deviam ser de lazer e vida local numa espécie de parque de diversões... consciente de que contra mim falo e decidida a aproveitar a viagem, tentei abstrair-me: reservei um momento para descontrair num dos bancos de ladrilhos mais afastados das multidões, percorri a sala hipóstila, bem mais calma, e disse olá à salamandra (da foto da praxe é que tive que desistir, porque começava a sentir-me ridícula).
Já na Casa Batlló tive oportunidade de fintar os turistas que enchiam as deliciosas salas do edifício com telhado de dragão em pleno Passeig de Grácia, enquanto admirava detalhes de tectos, vitrais, mosaicos, ferragens e caixilharias.

Embora considere que a arquitectura de Gaudí hesita entre a genialidade e a loucura, é difícil deixar de a achar brilhante pela sua identidade única. Em Gaudí tudo é permitido, a arquitectura ultrapassa o seu carácter funcional ou estético para chegar a outro nível - o do sobrenatural, o do humor, o da magia.
Da próxima vez que regressar, estou certa de que continuarei a ter mais construções de areia, insectos de ferro e bolachas de gengibre projectados por Gaudí para descobrir. E já tenho saudades de tudo.

[Revejam ainda os posts já publicados sobre a JOYA e a viagem a Barcelona.]

EN
If you visit Barcelona let yourself be amazed by the magic of Antoni Gaudí lurking around every corner... in the lamps of Plaça Reial, in the sinuous lines of Parc Guell, in residential buildings that look more like living organisms or in one of the most famous icons of the city: the Sagrada Familia. 

Get ready to wait in queues and empty your wallet, but choose some places that you really want to visit, because it's worth it (don't forget to book in advance the entry in the Sagrada Familia, because the queues scare the most avid fan). 

I once visited Casa Milà and Sagrada Familia (at the time without much queue and still with the possibility to walk up the stairs of the lollipop towers), so this time I decided to enter Casa Batlló and return to the inevitable Parc Guell (where I gawked with the entry price and the restricted access to half-hour slots).
Although I'm happy for myself to have the opportunity to travel more easily than would be possible decades ago, I can't avoid feeling a certain sadness at how mass tourism ultimately destroys the authenticity of places, while transforming spaces that should be of leisure and local life in a kind of amusement park... aware that I speak against myself and decided to enjoy the trip, I tried to distract myself of it: I reserved some time to relax on a bench made of a patchwork of tiles further away from the crowds, walked in the Hypostyle room, much quieter, and said hello to the famous salamander (I had to gave up of the usual photo though, as soon as I started to feel somewhat ridiculous).
At Casa Batlló I had the opportunity to dribble the tourists who crowded the delightful rooms of the building with the dragon roof at Passeig de Gràcia, while admiring details of ceilings, stained glass, mosaics, fittings and joinery. 

While I believe the architecture of Gaudí hesitates between genius and madness is hard not to find it bright for its unique identity. In Gaudí everything's allowed, the architecture goes beyond the functional or aesthetic character to get to another level - of the supernatural, the humor, the magic. 

The next time I come back, I'm sure I'll continue to have more sand castles, iron insects and gingerbread cookies designed by Gaudí to discover. And I miss everything already. 

[Don't miss the previous posts about JOYA and the trip to Barcelona.]

Barcelona

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Monday, 27 October 2014

Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
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Barcelona 10'14 Barcelona 10'14
Barcelona 10'14
1. Montjuic, from Rambla de Mar 2. Port Olímpic 3. Passeig Maritim Barceloneta 4. 5. La Boqueria 6. 7. Montjuic 8. Olimpic area 9. 10. MNAC and Plaça d'Espanya 11. Passeig de Gràcia, Casa Batlló 12. Catedral 13. Barri Gòtic 14. Basílica de Santa Maria del Mar

PT
Visito Barcelona pela terceira vez com a certeza de continuar apaixonada pela cidade.
A participação na JOYA foi um belo pretexto para passar mais alguns dias nesta belíssima cidade cheia de vida e tanto para (vi)ver.

Arte e história, arquitectura antiga e moderna, as cores de Gaudí, copos, gofres e tapas, praças e mercados, monte, mar e cidade - Barcelona parece ter tudo. O passeio atribulado pelas Ramblas, as lojas sem fim do Passeig de Gracia, a subida de teleférico até Montjuic, os percursos labirínticos do Bairro Gótico, a animação noturna de El Raval ou El Born... e, claro, a maravilhosa descoberta do toque de Gaudí, que espreita a cada esquina até explodir nos pináculos da Sagrada Família.

O regresso a uma cidade que amamos tanto no passado é sempre um pouco agridoce... se por um lado o entusiasmo nos faz querer aproveitar e reviver cada momento, por outro, a forma como olhamos para a cidade no presente sofre sempre da comparação com as saudades de quem eramos quando a admiramos noutros tempos. Ainda assim, regressava de novo e estou certa de que em cada regresso descobria coisas novas e melhores recordações para trazer comigo na bagagem.

Deixo-vos com algumas fotos e partilharei mais em breve! Podem ver todas aqui.

EN
I visit Barcelona for the third time with the certainty of still being in love with the city. 
The participation in JOYA was a nice excuse to spend a few more days in this beautiful city full of life and with so much to see.

Art and history, ancient and modern architecture, the colors of Gaudí, drinks, gofres and tapas, squares and markets, mountain, sea and city - Barcelona seems to have it all. The troubled stroll along Las Ramblas, the endless shops of Passeig de Gracia, the ascent by cable car to Montjuic, the labyrinthine paths of the Gothic Quarter, the nightlife of El Raval and El Born... and, of course, the wonderful discovery of Gaudí, whose works lurk at every corner to finally explode in the spiers of the Sagrada Familia. 

The return to a city that we loved so much in the past is always a little bittersweet... on one hand the enthusiasm makes us want to enjoy and relive every moment, on the other, the way we look at the city in the present always suffers from the comparison with what we miss in who we were when we admired it in other times. Still, I'd certainly return again and I'm sure that in each return I'd discover new things and greater memories to bring with me on the baggage. 

I leave you with some photos and will share some more soon! You can see them all here.
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Ana Pina | blog

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